O funcionário sem escolaridade, na maioria dos casos, não é capaz de executar ordens satisfatoriamente.
Executar ordens de maneira satisfatória vai além da obediência pura e simples. Exige, também, compreensão da ordem dada. Em alguns casos, ter iniciativa para resolver um problema exige saber fazer consultas em manuais ou normas de procedimento, o que, além do treinamento, exige a escolaridade.
Manter um funcionário sem escolaridade, quando é possível permiti-la e, mais ainda, fomentá-la, é ação de um passado que a empresa cidadã e competitiva já não se permite.
Hoje a globalização exige, cada vez mais, empresas integradas, o que, por sua vez, exige funcionários em grau de competitividade com o mercado externo.
Oferecer escolaridade ao colaborador é antes de tudo cidadania, mas também significa capacidade de competição.
Quando valorizamos o cliente, desejamos bom atendimento, o que falará como apresentação da empresa. O bom atendimento é fruto de um quadro de colaboradores bem treinado e bem preparado para o atendimento ao cliente.
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